RECEBIDO em 27 de Maio de 2018 Boa noite Vera! Como você está? Aqui é Gislaine. Conforme você havia solicitado, segue meu relato sobre a Nadja. Ele é curto, mas minha gratidão por sua irmã é enorme. Em 2014 meu pai ficou internado no Hospital Semper por 53 dias, 50 dos quais no CTI. Nessa ocasião eu o visitava nos períodos da manhã e da noite. Á época eu não tinha como ir à tarde, nem minhas irmãs. Em alguns dias primas/primos ou tias iam visitá-lo, porém em outros dias não havia ninguém para ir nesse turno. Por várias vezes, por espírito de compaixão, Nadja foi visitá-lo à tarde. Imagino que deveria ser o horário de lanche dela, porque ela trabalhava em um hospital que ficava na mesma avenida do Hospital Semper. Com total desprendimento e carinho, somente ela ia visitá-lo e consolá-lo. Gratidão imensa por esses gestos tão amorosos. Papai veio a falecer em agosto daquele ano, mas tenho certeza que as preces que certamente ela fazia por ele o acompanharam. Tenho certeza ...
Vitória Stanislau Sebastião é filha de um sobrinho de Nadja. Vitória, depois que nasceu, já viu a mãe do seu avô (Mãe Lia) virar estrelinha. Vitória frequentava semanalmente a casa de Mãe Lia (Lia Alves Sebastião), por lá engatinhou por lá começou a dar os primeiros passos, a falar as primeiras palavras e a conhecer e conviver com pessoas. Vitória ainda é uma criança. Como todas as crianças atuais, ainda está na fase da inocência mas tendo um aprendizado muito rápido e eficaz diferente daquele aprendizado lento de algumas décadas atrás. O aprendizado de Vitória acontece pelo convívio com os pais e demais parentes, com a televisão, com a observação (e entendimento) das conversas dos adultos que acontecem perto dela, com a escolinha infantil, com os brinquedos de última geração. Após Mãe Lia virar estrelinha, Nadja e Sandra continuaram morando na mesma casa e Vitória continuou indo lá semanalmente. Começou a chamar Nadinha de avó, naturalmente, sem que ninguém tivesse a ince...